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Meu novo vício: o som inspirado no folk dos Balkans da banda Beirut. Aqui no Brasil, a banda ficou conhecida após a inclusão de Elephant Gun na trilha da minissérie global Capitu. Não assisti a minissérie, mas vi o videoclipe da música: cenário lindo, coreografias inusitadas e poéticas, além de um figurino incrível fazem jus a música. O band leader, Zachary Francis Condon, canta muuuito bem de um jeito muito próprio e toca ukulele. Você pode conferir a voz dele em vários vídeos no youtube, por exemplo em um de Nantes tocado ao vivo nas ruas. Ou, esperar até setembro pra vê-los tocar por aqui.
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Pra eu mesma não esquecer a receita que fiz no sábado, vou postá-la aqui. Fui na feira sábado de manhã, sem saber o que fazer para acompanhar os filés de avestruz . Um purê ia bem. De mandioquinha. Depois, vi um pacotinho de couve de bruxelas e não pensei duas vezes: esse seria o segundo acompanhamento perfeito! Meu namorado falou que apesar de esse ingrediente aparecer sempre em filmes americanos como sinônimo do nosso jiló ( ruim, amargo, nojento, etc), essa receita foi aprovada!
Ingredientes:
Couve de Bruxelas
Cebola cortada em pedacinhos
Azeite
Vinho tinto de cozinha
Vinagre Balsâmico
Manteiga
Sal grosso
Uma pitada de açúcar
Uma pitada de pimenta do reino moída na hora.
Aqueça o forno. Numa travessa, coloque uma folha de papel alumínio, dobrando nas extremidades para cima, tentando fazer uma trouxinha. Pra isso, é melhor cortar um pedaço razoável de papel alumínio do rolo. Jogue a couve de bruxelas já lavada, a cebola cortada em pedacinhos e o sal grosso. Coloque a manteiga em cima de tudo isso, mais pro meio do seu pequeno monte de couve de bruxelas-cebola-sal grosso, pois depois ela derreterá e se espalhará no meio de tudo. Regue com um pouco do vinho e e com o vinagre balsâmico. Certifique-se que todos os pedaços da verdura tenho um tanto do balsâmico por entre as folhas. Peneire um pouco de açúcar, para caramelizar mais com o balsâmico e tirar a amargura excessiva da couve de bruxelas. Feche a trouxinha, juntando e amassando as extremidades do papel alúminio, e coloque no forno médio. Quando começar a sentir o cheiro ( e que cheiro!) espere uns 15 minutos e pronto!
obs. Como não cozinho com medidas exatas ( copo, colher de sopa, colher de chá, etc), não quantifiquei aqui os ingredientes. Use o seu feeling e depois poste um comentário aqui de como ficou!
Meu tio em Los Angeles me fez experimentar pepino-do-mar. Aparentemente, é um prato um tanto quanto especial na Coréia. Nos EUA então, são caros, “porquê são trazidos em aviões”, segundo o senhor coreaninho do mercado Freshia. Eu já tinha visto minha tia aqui em São Paulo com esses seres estranhos numa pequena bacia na cozinha…Eu lembro que fiquei imaginando : What da hell is that???
Meu tio, todo ansioso, fez um corte em cada pepino do mar, tirou todas as entranhas – as quais não tive frieza pra observar – cortou o que seria a casca em pequenos pedacinhos e colocou num prato para servir. O molho seria uma típica pasta coreana, apimentada.
Resolvi experimentar. A aparência era a pior de todas: verde escuro, pegajoso. O fato de ser cru não me afetava. Com o hashi, peguei um pedacinho, mergulhei na pimenta e coloquei na boca. Bem resistente às mordidas, parecia um pedaço de cartilagem, porém escorregadio. Bastava. Poderia viver sem aquilo. Adoro ostras. Adoro ovas de peixe. Adoro até dobradinha. Mas o pepino- do -mar foi demais pra mim…
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Este trecho foi copilado de uma entrevista com o estilista brasileiro Jun Nakao do site globo.com. Apesar de ser uma visão um pouco pessimista, é ainda persistente. Reflete algumas observações que são tão óbvias, mas que ainda são acobertadas por romantismo. E eu estou totalmente de acordo com ele.
“Mais do que transgressor, o gesto significou o rompimento de Nakao com as semanas de moda e o fim da marca que levava seu nome. “Ter uma grife com um trabalho autoral se tornou cronicamente inviável”, opina o estilista, crítico ferrenho da moda brasileira. “Em termos culturais somos reféns das tendências internacionais. É um trabalho medíocre, de reprodução e adaptação”.
Nakao se afastou das passarelas, mas não do mundo fashion com o qual está envolvido há mais de 25 anos. Além de professor do curso de pós-graduação em Direção e Criação de Moda, da FAAP, desenvolve projetos artísticos ligados à moda em parcerias com museus e fundações internacionais e é autor do livro “A costura do invisível”. “Abdiquei de ser estilista para ser um agente transformador”, diz ele.
Avesso ao burburinho das “fashion weeks” brasileiras, o estilista diz que a indústria não está tão bem quanto deixa transparecer. “O povão conhece a Gisele Bündchen e sabe o que é Dior, Gucci, Louis Vuitton… Agora, tente perguntar para o mesmo povão quem é Ronaldo Fraga ou quem é Herchcovitch”, desafia.
Na entrevista a seguir, Nakao, o “agente transformador”, alfineta a falta de criatividade das grifes nacionais, as faculdades de moda, as lojas de shopping centers e fala sobre uma possível retomada de sua marca. Confira:
G1 – Qual sua ligação atual com a moda?
Jum Nakao – Há três anos sou professor de um curso de pós-graduação ligado à moda e desenvolvo projetos para empresas do ramo, além de projetos com fundações, instituições e museus. Atualmente há trabalhos meus expostos na Nova Zelândia, na França e projetos em andamento para Itália e Japão. Hoje meu trabalho é mais voltado para o desenvolvimento de uma cultura de moda do que produtos de moda. Ter uma grife com um trabalho autoral se tornou cronicamente inviável dentro deste nosso mercado.
G1 – Por quê?
Nakao – No Brasil ainda não é possível desenvolver uma marca com um DNA próprio, não existe um ambiente criativo para moda. Em termos culturais somos reféns das tendências internacionais, ficamos a espera dos movimentos que vem de fora. É uma relação de comensalismo, vivemos de restos.
G1 – Você acha que falta criatividade para os estilistas brasileiros?
Nakao – Experimente visitar o departamento de criação de qualquer grande marca. O que você vai encontrar é gente se espelhando em referências internacionais através de sites e revistas. Não existe um ateliê ou laboratório criativo para experimentação. É um trabalho medíocre, de reprodução e adaptação. A moda brasileira é uma sombra sem corpo com raras exceções.
G1 – Por que isso acontece?
Nakao – Não há investimento em tecnologia, em pesquisa e em formação de profissionais de moda que façam a diferença. Não existe uma cultura empresarial, educacional ou um pensamento estratégico. Num mundo globalizado, não há sentido seguir as tendências internacionais frente à velocidade das reproduções. Isso só nos atrasa.
G1 – Mas as semanas de moda dão a impressão de que o mercado brasileiro está em ascensão…
Nakao – Os números da indústria hoje são precários, opostos dessa imagem glamourizada que permeia o imaginário das pessoas. Se a moda brasileira engatinha, a indústria têxtil definha. Se você for pesquisar nas lojas, vai perceber que 70% dos produtos são importados, as tecelagens estão fechando ou importando tecidos e as roupas são fabricadas em ‘mande in’ algum lugar que não é o Brasil… Pergunte a qualquer estudante de moda como está difícil arranjar um emprego no ramo. Ele vai dizer o quanto está complicado. Se o mercado estivesse tão bem quanto se pensa, haveria empregos de sobra.
G1 – Você acha que não há uma boa perspectiva para a moda brasileira?
Nakao – Claro que há, podemos crescer. Temos um mercado aberto para isso, um país rico em recursos naturais, uma cultura de imigrantes com diversas referências… Mas com esse sistema, nesse formato, vamos morrer antes de chegar à praia.
G1 – Os cursos nas faculdades de moda aumentaram muito nos últimos anos. Qual o papel destas instituições para o mercado?
Nakao – A moda se tornou uma lucrativa disciplina para faculdades, o processo seletivo é fraco e se alimenta do encantamento pelo universo da moda. Mais do que talentos criativos, temos nos campi consumidores ávidos por produtos de moda. Na maioria dos cursos os universitários não são estimulados a reflexões sobre o sistema, a transformar o mercado através de um conhecimento mais amplo. O estudante recém-formado, na maioria dos casos, não sai com embasamento para transformar projetos em realidade.
G1 – Você acha que o brasileiro se veste bem?
Nakao – O brasileiro segue tendências de forma pasteurizada. As vitrines das lojas de roupa nos shoppings são todas idênticas, poderia até ser uma coisa só, sem fachada da marca. O povão conhece a Gisele Bündchen e sabe o que é Dior, Gucci, Louis Vuitton. Agora, tente perguntar para o mesmo povão quem é Ronaldo Fraga ou quem é Herchcovitch: não vão saber. Tudo bem se a maioria da população os conhecesse e não tivesse poder aquisitivo para comprá-los. Ao menos teriam uma referência de moda brasileira, para sonhar em tê-la.
G1 – Você não pensa em retomar a sua grife?
Nakao – Prefiro ter iniciativas ligadas a moda que possam transformar esse mercado, para então retornar. Abdiquei de ser estilista para ser um agente transformador, pois acredito ser mais produtivo diante da realidade que temos hoje. Prefiro manter meus princípios e independência sem perder o contato com a moda.
G1 – Para você, o que é se vestir bem?
Nakao – Equilíbrio entre o seu mundo e o mundo ao seu redor. Se vestir de ideais, gestos, ética, pensamentos e por fim a roupa.
G1 – Fale um pouco sobre o histórico desfile com roupas de papel. O que exatamente você quis dizer com aquele gesto de rasgar as peças?
Nakao – Quis dizer que mais importante do que tendências e desenhos vazios de significados, o que importa é o diálogo que uma obra estabelece, que mesmo o efêmero pode ser permeado de permanência. Recomendo a leitura do livro ‘A costura do invisível’ para maiores detalhes e conhecimento do processo.”
Aqui em Los Angeles tem uma variedade enoooorme de inúmeras culinárias diferentes. E ótimas, digo de passagem. Até mesmo os de delivery. Aqui, a porcentagem de acerto maior vai para os restaurantes de comida oriental como japoneses ( não só o tradicional sushi, mas também shabu-shabus e donkatsu e ramen), coreanos, vietnamitas, chineses ( hmmmm pato chinês!). Mas, apesar de estar me deliciando com todo esse sortimento de cozinhas, sinto falta de casa. Não sabia o que era homesick, até ficar esse tempo todo fora de casa, longe dos amigos, família, namorado. E olha que parece que é muito mais do que já foi. Mas, o fato de que eu posso usufruir da cozinha da minha tia para cozinhar pra familia daqui, ajuda muito a tirar um pouco dessa saudade. Mais do que hobby, distração e limpeza de mente, é um jeito de eu carregar meu cantinho comigo. Posso fazer as mesmas bruschettas que faço pros meus amigos no Brasil. Posso fazer a mesma pasta que faço pros meus pais.
Sou daquelas que come beeem devagar, que é a última a terminar o prato, que faz todo mundo esperar na mesa, com os pratos limpos. Aqui eu achei a razão disso: gosto de lembrar que cada sabor me lembra alguma pessoa, algum momento, e por alguns segundos – os quais tento prolongar o mais possível – esqueço que estou longe da minha vida brasileira. E quando é algo novo, que nunca provei antes, sempre penso em alguém que iria gostar deste ou daquele prato.
É. Porque saudade também tem paladar.
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Nunca cozinhei decentemente pra 10 pessoas. Digo, decentemente seria um menu completo, entradas, prato principal e etc. Apesar de ter uma família grande, só estava acostumada a fazer macarrão ao sugo ou a bolonhesa pra mais gente….ainda assim, 7 pessoas. Meu arroz nunca saía bom também pra família inteira: ou ficava mto unidos-venceremos, ou ficava crú e eu tinha que acrescentar mais água o que também deixava o arroz unidos-venceremos. Ah! Outra ocasião que cozinhei pra bastaaaante gente foi durante uma viagem para a praia da Fortaleza, Ubatuba. Viagem com os amigos da faculdade, umas 15 pessoas bêbadas e famintas. Na verdade não fiz nada sozinha: algum dos meninos teve a brilhante idéia de despedaçar a linguiça que havia sobrado do(s) churrasco(s) que rolavam durante o dia para encorpar o molho de tomate. Voi là, um spaghetti `a calabresa com uma apresentação moderna e inédita: folgadamente disposta numa bacia imensa. É, daquelas de pegar as roupas secas do varal. Na hora de servir, então, era tal o ímpeto da fome nos “clientes” que um deles dispensou o serviço das “garçonetes” e delicadamente enfiou o prato na bacia, sem o uso de talheres. Com um movimento gracioso, conseguiu tirar uma quantidade nada francesa para si. Claro, foi imitado por outros, mas não com tanta desenvoltura.
Depois disso cozinhei chilli con carne e nachos para 12 pessoas e bruschettas variadas para cerca de 8…Nada que exigisse muito. No entanto, agora me arrisco no aniversário da minha vó: cozinhar o menu completo para 10 pessoas. Ainda bem que são todos orientais quietos e contidos, além disso acho que não teremos tantas bebidas nem bacia ao alcance fácil….
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Daí, comecei a fazer assistência de arte com um diretor de arte super-cool na minha ex- agência…e surpresa: “Você não quer fazer umas estampas de camisetas? E ganhar um dinherin?”. Claaaaaro. Fiz algumas. Nunca pensei que trabalharia com moda masculina. Desde que eu estudei um pouco no FIT ( Fashion Institute of Technology), um mêszinho, só fazia sketches de moda feminina…E isso caiu no meu colo! O tema da coleção alto verão da Spirito Santo (com lojas em Porto Alegre, Punta del Leste) é Woodstock. O core da marca tem muito a ver com rock, também. Então, resolvi usar o tema Blues. Curto blues sim. Meu namorado fez eu curtir mais ainda. Logo menos, duas fotos do catálogo, em primeira mão…depois eu coloco os créditos direitinho! Em breve também, as próprias camisetas…Aqui, duas bases das estampas.

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Parados numa praia perto do Sítio Forte, ainda em Ilha Grande, abrimos um queiro brie de latinha e um vinho chileno. Vale pela luz da foto =)
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Como prometido, eis as experiências gastronômicas à bordo de um veleiro Bramador 34, o Sublime, numa viagem de 4 dias a Ilha Grande.
Insalata di polpo con rucola, datterini e patate al prezzemolo
Tudo que eu tinha era uma foto de um site e o nome da receita. Ainda que o nome estivesse em italiano, era bastante auto-explicativa. Basicamente, polvo, rúcula, tomatinhos cerejas e um purê de batatas com salsinha.
Cozinhamos o polvo na noite anterior a viagem. Dica: cozer o polvo em panela de pressão, com umas 3 folhinhas de louro.
Já a bordo – no fogão que balança ao sabor da maré, sempre deixando as panelas na posição certa, além de ter dois “ganchos” que as seguram evitando um acidente feio – coloquei para ferver as batatas, junto com 2 dentes de alho. O alho fica molinho e perde o gosto muito forte, amassado junto com a batata confere um gostinho especial.
Dispensei o leite, que normalmente colocaria um pouco, e a manteiga, que não levamos. Porém, esses ingredientes não fizeram falta no resultado final, pois garantiram um purê mais firme, perfeito para usar de base para a montagem do prato. Usei bastante azeite extra-virgem e um pouco de limão e sal para temperar as folhas e o tomate. No fim, outro fiozinho de azeite sobre tudo.
Servimos com um suquinho japonês/coreano/ sei lá de pêra asiática.
Muito bom!
Vermelho ( e sardinha) com Alecrim e Tomilho
Sim! Tivemos sorte e pescamos alguns peixes, a maioria vermelhos ( deve ser “o” Vermelho). Eles tem a carne mais firme, bem saborosa e sem muitos espinhos. Depois de devidamente limpos, o recheio foi bastante simples também, mas fez toda a diferença: além do sal grosso, recheamos com folhinhas de tomilho fresco e alecrim desidratado. E foi pra grelha da churrasqueira!

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Dia 15, sábado passado, nasceu o filho da minha prima que mora em LA. Ela é uma mulher pequenininha, mas enorme na força de vontade, super chique e estilosa, casada com um cara super bacana e chique também…A última vez que eu a vi foi em fevereiro deste ano, quando fui ajudá-la num fashion show de moda em Las Vegas, o Magic Show. Uma coisa que eu ouvi mto lá era: “Julia ( o nome dessa prima minha), quando você vai virar mãe?” Ela sempre respondia: por enquanto ainda não, eu e o SD ( marido dela) estamos nos curtindo e tudo mais….haha, eu ficava irritada por ela, de tanto que as pessoas perguntavam isso, parecendo que cobrando. Poxa, quando a pessoa quiser, ela vai ter o filho, e avisar todo mundo! Rs. Brincadeiras e irritações a parte, depois que eu voltei para o Brasil, aconteceram muitos episódios turbulentos por lá, e a notícia de que Julia estava grávida foi uma centelha de felicidade para todos. Aqui na agência, sempre que aparece um filho de alguém, pequeno, falando coisinhas estranhas, querendo pegar as coisas, se agarrando entre as pernas do pai ou a mãe de vergonha, o clima muda. As pessoas riem à toa, falam besteirinhas pra criança rir. Não tem como alguém ficar indiferente a uma criança. Por mais que se irrite com a deliciosa bagunça dela, vai dar um sorrisinho de lado. Voltando…entrava no blog dela todos os dias, para ver se ela postava uma foto nova, da barriga crescendo. Ela foi uma grávida beeeem elegante e fashion. Quando eu soube que o Lucas nasceria em dezembro, eu torci bastante para que ele nascesse no mesmo dia que eu, rs. Não me perguntem porque! Acho que era só pra termos mais um link do tipo: “Hey, Lucas, you and me, our birthdays are the same!”. Ontem vi as fotos no flickr da Eliza, irmã da Julia e proud aunt…hoje entrei novamente no blog da Júlia, e lá estavam as fotos do menino. Do menino no bercinho do hospital. Dele no colo ca mãe. Dele no colo do pai. De novo no colo do pai. Depois, na da bisavó (vovózinha, pequenininha que eu amo muito). No colo do avô. Lucas no colo da titia…Todas as fotos tinham em comum a feição das pessoas que o seguravam: meio abobalhadas, orgulhosas, num misto que só poderia ser sintetizado em alegria. Fiquei toda emocionada. Eles moram longe, mas eu considero eles muito próximos a mim. Nessas horas a gente esquece de que o mundo em que ele vai viver não é fácil…que não é só feito de roupas bonitas e comidas gourmets…a gente só vê o tanto de amor que ele vai ter pro resto da vida. Hey Lucas! Welcome to the world!
